ERPs antigos não duram para sempre. Sistemas legados ficam sem suporte. Sua infraestrutura não consegue acompanhar a grande quantidade de dados que você deveria usar para inteligência de negócios. Grandes dores de cabeça e falhas no fluxo de trabalho começam a ocorrer, a agilidade desaparece e sua organização fica para trás.
É nesse momento que você precisa considerar aposentar seu ERP atual e migrar ou atualizar. Este post explora o ciclo de vida dos ERPs para ajudar você a se manter à frente. Descubra quando é hora de mudar…
Qual é o ciclo de vida do ERP? O ciclo de vida do ERP é o tempo que um sistema permanece utilizável. Pesquisas sugerem que o ciclo de vida dos sistemas ERP (principalmente os modelos on-premise) está ficando mais curto. Considerando o investimento de tempo e custo, faz sentido tentar prolongar a vida útil do seu sistema o máximo possível.
Com isso em mente, vamos analisar os estágios do ciclo de vida de um ERP.
Estágios do ciclo de vida do ERP – Em termos gerais, os ciclos de vida do ERP tendem a incluir os seguintes estágios:
Implementação: O software escolhido é implementado inicialmente no local de trabalho, antecipando os desafios iniciais, como a adoção pela equipe e os ajustes no fluxo de trabalho. Inicialmente, a implementação do sistema apresentará uma boa dose de problemas. Haverá falta de compreensão e confusão entre a equipe. Muitas perguntas surgirão. Problemas iniciais ocorrerão e algum bug no software poderá surgir.
Otimização : O sistema é configurado para as necessidades de negócios mencionadas, incluindo um processo de personalização. Isso garante o aumento da produtividade a partir de um fluxo de trabalho fluido. Isso é tanto uma oportunidade quanto um problema em potencial. Você quer fluxos de trabalho melhores; caso contrário, não precisaria de um novo ERP. Mas esteja preparado para interrupções imprevistas e tenha as pessoas certas à disposição para resolver os problemas rapidamente.