Idealmente, os EPIs devem ser usados como parte de uma abordagem abrangente de gestão de riscos que inclui eliminação, substituição, controles de engenharia e administrativos.
Mas, se o uso for realmente indispensável atente-se para:
– Conforto;
– Ajuste correto;
– Treinamento adequado;
– Campanhas de conscientização;
– Revisão constante;
– Conformidade com as normas;
– Feedback dos trabalhadores.
Esta etapa é essencial para garantir que o EPI forneça proteção adequada aos trabalhadores contra os perigos específicos que possam enfrentar. Para fazer isso de forma eficaz, é importante seguir a hierarquia de controles, que é uma abordagem sistemática para gerenciar riscos ocupacionais. A hierarquia de controles envolve priorizar medidas de controle com base em sua eficácia na redução ou eliminação de perigos. O primeiro passo na hierarquia é tentar eliminar ou reduzir os perigos na fonte. Isso pode ser alcançado implementando controles de engenharia, como a instalação de barreiras ou proteções para separar os trabalhadores do perigo.
Como já devemos ter visto e ouvido centenas de vezes, “a pessoa certa usa a ferramenta certa, para o trabalho certo”, então isso o torna oficialmente a base para a seleção de nossos EPIs. Cada EPI tem seu próprio cenário de acordo com a atividade, duração, ambiente e usuário final. Os perigos e riscos no local podem ser revisados realizando uma JHA (Análise de Riscos de Trabalho), em que cada processo passo a passo da construção pode ser analisado em termos dos perigos e riscos inerentes que cada atividade de construção possui – estes podem ser nossa base para adquirir o EPI correto. Para instruções mais detalhadas, o Plano de Execução do Gerenciamento de Construção também pode ser revisado, pois todo o MSRA do problema estará lá e um bom documento orientador para qual EPI podemos decidir.